TCC-Enfermagem
URI Permanente para esta coleção
Navegar
Submissões Recentes
- ItemA IMPORTÂNCIA DA HUMANIZAÇÃO OFERTADA AS CRIANÇAS PELA EQUIPE DE ENFERMAGEM NA SALA DE VACINAS(Fundação Educacional de Lavras, 2025-10-31) Naves, Karen Maria GonçalvesA vacinação é de extrema importância na infância. Muitas vezes, este é um evento marcado por medo e insegurança, devido a dor percebida pela criança durante a vacinação, e em geral ocorre a oferta de mais uma vacina em um mesmo dia. Por ser de fundamental importância, esta ação deve ser realizada de maneira que provoque a melhor experiência possível, para a criança e pais/cuidadores, com acolhimento e orientações fundamentadas, buscando levar conforto e segurança. Sendo assim, o objetivo desta pesquisa foi identificar quais são as ações de humanização realizadas nas salas de vacinação, de acordo com a atuação de profissionais de enfermagem, e também pelo olhar de pais ou responsáveis por crianças imunizadas. Trata-se de uma pesquisa de campo, com análise qualitativa. Para responder o objetivo da pesquisa, dois questionários foram aplicados (aos profissionais de saúde que atuam em salas de vacinas e pais/cuidadores). A teoria utilizada para sustentar a proposta do trabalho e embasar os dados foi a Teoria do Cuidado Transpessoal de Jean Watson, que possui estreita relação com a Política Nacional de Humanização. As entrevistas foram realizadas nas UBSs, e após a coleta de dados e análise, foram encontradas 3 categorias: 1º: Medo do desconhecido e da dor que reflete a tensão; 2º: Acolhimento: Reflete a reação da criança (e dos pais/cuidadores); 3º: Humanizar: proteção de forma responsável e acolhedora. Conclui-se que a humanização é realizada em imunização, porém observa-se a necessidade de mais ações estratégicas humanizadas, e que mais recursos sejam disponibilizados para este fim, além da valorização e do treinamento dos profissionais. Conforme preconiza a Política Nacional de Humanização (PNH), é fundamental valorizar a tríade formada por trabalhadores, gestores e usuários, para que, assim, possa-se alcançar um sistema de saúde cada vez mais humanizado.
- ItemA IMPORTÂNCIA DA HUMANIZAÇÃO OFERTADA AS CRIANÇAS PELA EQUIPE DE ENFERMAGEM NA SALA DE VACINAS(Fundação Educacional de Lavras, 2025-10-31) Naves, Karen Maria GonçalvesA vacinação é de extrema importância na infância. Muitas vezes, este é um evento marcado por medo e insegurança, devido a dor percebida pela criança durante a vacinação, e em geral ocorre a oferta de mais uma vacina em um mesmo dia. Por ser de fundamental importância, esta ação deve ser realizada de maneira que provoque a melhor experiência possível, para a criança e pais/cuidadores, com acolhimento e orientações fundamentadas, buscando levar conforto e segurança. Sendo assim, o objetivo desta pesquisa foi identificar quais são as ações de humanização realizadas nas salas de vacinação, de acordo com a atuação de profissionais de enfermagem, e também pelo olhar de pais ou responsáveis por crianças imunizadas. Trata-se de uma pesquisa de campo, com análise qualitativa. Para responder o objetivo da pesquisa, dois questionários foram aplicados (aos profissionais de saúde que atuam em salas de vacinas e pais/cuidadores). A teoria utilizada para sustentar a proposta do trabalho e embasar os dados foi a Teoria do Cuidado Transpessoal de Jean Watson, que possui estreita relação com a Política Nacional de Humanização. As entrevistas foram realizadas nas UBSs, e após a coleta de dados e análise, foram encontradas 3 categorias: 1º: Medo do desconhecido e da dor que reflete a tensão; 2º: Acolhimento: Reflete a reação da criança (e dos pais/cuidadores); 3º: Humanizar: proteção de forma responsável e acolhedora. Conclui-se que a humanização é realizada em imunização, porém observa-se a necessidade de mais ações estratégicas humanizadas, e que mais recursos sejam disponibilizados para este fim, além da valorização e do treinamento dos profissionais. Conforme preconiza a Política Nacional de Humanização (PNH), é fundamental valorizar a tríade formada por trabalhadores, gestores e usuários, para que, assim, possa-se alcançar um sistema de saúde cada vez mais humanizado.
- ItemO ENSINO DO GERENCIAMENTO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE NA VISÃO DOS DISCENTES DE ENFERMAGEM: COMPREENSÃO FENOMENOLÓGICA(Fundação Educacional de Lavras, 2024-10-25) Firmino, Elizandra OlíviaO enfermeiro é o profissional que apresenta competências para atuar no gerenciamento dos serviços de saúde a fim de realizar o planejamento, a organização, a coordenação, bem como a execução e a avaliação das atividades executadas pela equipe multidisciplinar criando perspectivas para o alcance do cuidado humanizado. Desse modo, a relação do ensino do gerenciamento na formação do futuro enfermeiro contribui no desenvolvimento dos conhecimentos, das habilidades e das atitudes que propicia aos discentes, experiências de participação, execução gerencial e discussões com os professores, aliando a teoria com a prática. Nessa direção, os centros formadores devem preparar os graduandos para sua atuação, oferecendo possibilidades de se desenvolverem, contribuindo de diferentes maneiras para a aquisição e o desenvolvimento das suas competências gerenciais. Objetivo: Este estudo buscou compreender o significado do gerenciamento do enfermeiro na óptica dos discentes do último ano do Curso de Graduação em Enfermagem de uma Universidade Privada do Sul de Minas Gerais, bem como as facilidades e as dificuldades encontradas no ensino do Gerenciamento dos Serviços de Saúde na formação do enfermeiro. Método: Estudo descritivo com abordagem qualitativa ancorado na Fenomenologia. Participaram do estudo 22 graduandos que cursavam o último ano da graduação. Para a coleta de dados utilizou-se entrevistas com roteiro semiestruturado por meio gravador digital. Em seguida, os dados foram analisados conforme a análise temática indutiva. O estudo foi aprovado sob o parecer favorável CAAE nº 54207321.8.0000.5116. Resultados: Os achados evidenciaram o conceito do gerenciamento na óptica dos discentes e as competências atribuídas no processo de trabalho do enfermeiro, bem como as facilidades e as dificuldades vivenciadas no ensino do gerenciamento dos serviços de saúde pelos discentes na formação acadêmica e as melhorias para a fundamentação do ensino-aprendizagem. Considerações Finais: Foi possível compreender na óptica dos discentes o significado do gerenciamento, bem como as necessidades teórico-práticas evidenciadas por eles que precisam ser reparadas na aplicação do ensino relacionado as competências gerenciais do enfermeiro, visando permitir que o acadêmico esteja preparado para atuar no mercado de trabalho atendendo as exigências preconizadas pela profissão.
- ItemSER ENFERMEIRO NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA: ANÁLISE DOS DESAFIOS E FACILIDADES NA ROTINA DE TRABALHO KEREN ANDRESSA RODRIGUES RIBEIRO LAVRAS - MG 2024(Fundação Educacional de Lavras, 2024-11-08) Ribeiro, Keren Andressa Rodrigues.A atuação do Enfermeiro que atua na APS possui grande importância para a assistência à saúde do indivíduo e de sua família, incluindo a gestão da equipe da Estratégia de Saúde da Família (ESF). Sendo gestor, o enfermeiro é responsável por todo o andamento da Unidade, como coordenação dos recursos materiais e humanos, execução e avaliação de diversas atividades, cuidado direcionado ao paciente e família, encontrando em sua atuação prazeres e dificuldades Objetivo: Analisar as dificuldades e facilidades vivenciados por enfermeiros da ESF de um munícipio do Sul de Minas Gerais. Método: Estudo de natureza descritiva, com abordagem qualitativa e, para tanto, os enfermeiros das UBS com ESF foram entrevistados. Resultados: Após a análise dos dados foram encontradas três categorias: A enfermagem e o vínculo com a população adstrita; Responsabilidade organizacional do enfermeiro e a liderança de equipe e A influência política no sistema público de saúde. Considerações finais: O papel do enfermeiro na Estratégia de Saúde da Família é crucial para a promoção da saúde e prevenção de doenças, apesar de enfrentar desafios como sobrecarga de trabalho, falta de recursos e reconhecimento. A proximidade com a comunidade, o trabalho em equipe e atividades educativas são facilidades que potencializam a eficácia do atendimento, destacando a importância de melhorar as condições de trabalho e a valorização desses profissionais.
- ItemRISCOS PSICOSSOCIAIS ENFRENTADOS POR ENFERMEIROS DOCENTES NA PANDEMIA DA COVID-19: UMA ABORDAGEM FENOMENOLÓGICA(Fundação Educacional de Lavras, 2024-10-25) Rossi, Talita de Paulo MarquesA pandemia do Coronavírus acarretou muitos agravantes a comunidade global. Desse modo, adaptações rápidas foram necessárias, cercadas de inseguranças, com o intuito de dar continuidade nas agendas diárias dos indivíduos. Nesse contexto, as atribuições de responsabilidade de todos os profissionais, principalmente os colaboradores da área da saúde, foram afetadas, de modo a atingir sua ocupação laboral, bem como suas relações afetivas. Dessa forma, cabe destacar os impactos causados pela pandemia nas instituições de ensino superior no que tange a área da enfermagem, onde os enfermeiros docentes foram muito expostos diante das suas responsabilidades enquanto professor, tendo a necessidade da implementação de novas dinâmicas e estratégias para a difusão do ensino e consequente assimilação por parte dos discentes. Objetivo: este estudo teve como objetivo analisar os riscos psicossociais enfrentados pelos enfermeiros docentes de uma Escola Técnica de Saúde na pandemia da COVID-19. Método: trata-se de um estudo descritivo com abordagem qualitativa, seguindo o referencial teórico-metodológico da Fenomenologia. A pesquisa foi realizada no âmbito de uma Instituição de Ensino Técnico localizada no Sul de Minas Gerais, onde participaram sete enfermeiros docentes, os quais atuaram com suas atividades laborais no período pandêmico. A coleta de dados foi realizada por meio de entrevistas semiestruturadas utilizando gravadores digitais, com o intuito de registrar os discursos dos participantes. A análise de dados se deu por meio da análise indutiva. Resultados: por meio dos resultados foram extraídas duas grandes categorias, dentre elas: Riscos psicossociais vivenciados pelos enfermeiros docentes na pandemia: limitações e impasses perpassados no processo de ensino-aprendizagem e Métodos convencionais praticados pelos enfermeiros docentes no enfrentamento dos riscos psicossociais na pandemia da Covid-19. Considerações finais: por conseguinte, os riscos psicossociais ameaçam silenciosamente à saúde mental e o bem-estar dos colaboradores. No entanto, faz-se necessário fomentar a discussão acerca dos riscos psicossociais e seus empecilhos que impactam a vida do enfermeiro docente, evidenciando os nós críticos e os desafios, como também propor estratégias para viabilizar uma melhor execução da práxis trabalhadora.