POSICIONAMENTO PÉLVICO E FUNÇÃO DO ASSOALHO PÉLVICO EM MULHERES COM INCONTINÊNCIA URINÁRIA DE ESFORÇO
Nenhuma Miniatura disponível
Data
2026-06-17
Autores
Santos, Silva Pereira
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Fundação Educacional de Lavras
Resumo
A incontinência urinária é uma condição relevante devido à alta prevalência entre mulheres, porém ainda há lacunas na relação dos parâmetros angulares pélvicos com a força dos músculos do assoalho pélvico (MAP). Objetivo: verificar o posicionamento pélvico de mulheres com incontinência urinária de esforço (IUE), relacionando-o com a força muscular dos MAP. Metodologia: foram avaliadas 21 mulheres com idade média de 57,52 anos. O posicionamento pélvico foi analisado por meio da biofotogrametria, mensurando-se o ângulo de inclinação pélvica no plano sagital entre as espinhas ilíacas póstero-inferior e ântero-superior, classificando a pelve em neutra, antevertida ou retrovertida. A força dos MAP foi avaliada por meio do toque bidigital vaginal, utilizando a escala de Oxford. Resultados: O grau de inclinação pélvica avaliado no plano sagital direito pela biofotogrametria teve uma média de 16,03 graus, sendo uma tendência à anteversão pélvica. A força da musculatura do assoalho pélvico concentrou-se nos graus 1 e 2, com 85,71% apresentando tempo de contração ≤3 segundos. Observou-se que maior força muscular e maior tempo de sustentação estiveram associados à melhor qualidade de vida (p<0,05). Não houve associação entre idade e função muscular. Por outro lado, maior inclinação pélvica (anteversão) associou-se à menor força e resistência muscular (p<0,05). Conclusão: mulheres com anteversão pélvica tendem a apresentar maior fraqueza dos MAP e pior qualidade de vida.
Descrição
Palavras-chave
Citação
Incontinência urinária de esforço; Alinhamento pélvico biofotogrametria; Assoalho pélvico.