IMPACTOS DA PREMATURIDADE NA RELAÇÃO MÃE-BEBÊ: UMA REVISÃO NARRATIVA À LUZ DA PSICANÁLISE WINNICOTTIANA

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Data
2025-10-03
Autores
Calheiros, Ana Clara Costa
Silva, Cinthya Brasileiro da
Oliveira, Érica Carvalho de
Souza, Íris Almeida
Wolanik, Marina Costa
Título da Revista
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Editor
Fundação Educacional de Lavras
Resumo
A prematuridade, caracterizada pelo nascimento antes da 37ª semana de gestação, é um fenômeno crescente e a principal causa de mortalidade infantil em menores de cinco anos. Além das implicações fisiológicas, o parto prematuro e a hospitalização em Unidades de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) podem fragilizar o vínculo mãe-bebê, afetando o desenvolvimento emocional e a constituição subjetiva do recém-nascido. Este trabalho, fundamentado na psicanálise winnicottiana, analisa tais impactos a partir de uma revisão narrativa de literatura, discutindo conceitos como preocupação materna primária, ambiente suficientemente bom e holding. Conclui-se que a experiência da UTIN, embora necessária para a sobrevivência, pode gerar rupturas na maternagem e sofrimento psíquico precoce, tornando essencial o olhar clínico atento e humanizado. Nesse sentido, destaca-se a relevância da atuação do psicólogo hospitalar na promoção de intervenções que favoreçam o fortalecimento do vínculo mãe-bebê, a elaboração emocional da experiência traumática e a construção de um ambiente de cuidado que auxilie no desenvolvimento saudável do bebê.
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Palavras-chave
Citação
Prematuridade; Psicanálise Winnicottiana; Vínculo mãe-bebê; Psicologia Hospitalar; Intervenção psicológica.
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