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Título: UMA NOVA BUSCA PARA CAUSAS DE DORES LOMBARES
Autor(es): Viana, Laís Bernardes
Primeiro Orientador: Souza, Alessandra de Castro
Palavras-chave: Dorsiflexão;Dor Lombar em Atletas;Atletas de Voleibol;Desequilíbrios Musculares
Data do documento: 5-Nov-2021
Editor: Fundação Educacional de Lavras
Resumo: A dor lombar tornou-se um problema de saúde mundialmente conhecido, interferindo nas questões psicossociais, emocionais e econômicas da população, podendo estar presente mesmo em jovens e atletas, com diversas etiologias. Participaram do estudo todos os 42 atletas de um time de voleibol de uma cidade do sul de Minas Gerais, 14 eram do gênero masculino e 28 eram do gênero feminino, possuindo idade média de 14,76 (± 1,15) anos. Objetivo: O presente estudo teve como objetivo analisar se a diminuição da angulação de dorsiflexão do tornozelo estava relacionada com a presença de dor lombar e desequilíbrios musculares na região lombar. Metodologia: Para mensurar o ângulo de dorsiflexão de tornozelo foi utilizado o aplicativo rotating sphere inclinometer, o teste m-SEBT de alcance e equilíbrio foi usado para identificar instabilidades do tornozelo, já que um tornozelo instável causa mais lesões. Como forma de quantificar a dor lombar utilizou-se a EVAD e foram realizados também testes de resistência a flexão, resistência a extensão e prancha lateral para verificar a estabilidade dinâmica da musculatura da coluna (core). Resultados: Ao se analisar a dorsiflexão dos tornozelos direito e esquerdo nos gêneros feminino e masculino, ambos apresentaram amplitudes semelhantes. Porém os desequilíbrios da musculatura da coluna lombar foram mais evidentes no gênero feminino, assim como alcances menores no mSEBT. Não houve relação estatisticamente significativa ao comparar os testes da coluna lombar com a amplitude de dorsiflexão de ambos os tornozelos em meninos e meninas, como também não houve diferença estatisticamente significativa ao relacionar a amplitude de dorsiflexão de tornozelo com os testes de alcance e equilíbrio. Conclusão: Conclui-se com a amostra analisada que esses voluntários não apresentaram limitações em sua amplitude de tornozelo e nem instabilidade da articulação, mas foi evidenciado desequilíbrios na musculatura da coluna entre os gêneros.
abstract: Low back pain has become a worldwide known health problem, interfering with psychosocial, emotional, and economic issues of the population, and can be present even in young people and athletes, with different etiologies. All 42 athletes of a volleyball team from a city in southern Minas Gerais participated in the study, 14 were male and 28 were female, with a mean age of 14.76 (± 1.15) years. Objective: This study aimed to analyze the decrease in ankle dorsiflexion angulation related to the presence of low back pain and muscle imbalance in the lumbar region. Methodology: To measure ankle dorsiflexion angle, the m-SEBT range and balance test used to identify ankle instabilities was used in the application of the rotational spherical inclinometer, since an unstable ankle causes more specificities. As a way to quantify low back pain, an EVAD was used and flexion strength, extension to extension and lateral plate tests were also performed to check the dynamic stability of the spinal (core) muscles. Results: When analyzing a right and left ankle dorsiflexion in females and males, both similar amplitudes. However, imbalances in the lumbar spine muscles were more evident in females, as were shorter intervals in mSEBT. There was no statistically significant relationship when comparing lumbar spine tests with ankle dorsiflexion amplitude in either boys or girls, as well as no statistically significant difference when relating ankle dorsiflexion amplitude to the reach and balance tests. Conclusion: It is concluded with an analyzed sample that these volunteers did not dissipate in the ankle amplitude nor in the articular instability, but imbalances in the spinal musculature between the sexes were evidenced.
URI: http://localhost:80/jspui/handle/123456789/718
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